Video de la presentación de libros sobre la socio-espacialidad.

jueves, 17 de enero de 2019

AMERICA LATINA: L’EGEMONIA E’ PENTECOSTALE


AMERICA LATINA: L’EGEMONIA E’ PENTECOSTALE


https://www.lab-lps.org/post/?p=3232&fbclid=IwAR2FyWde54kfSf4VCtGBamDIQ5K6WxGvd6mxZ7mPvVTP-J8tqdIhsPq2gPE













jueves, 3 de enero de 2019

CARTA AO EXCELENTISSIMO SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, JAIR MESSIAS BOLSONARO – BRASÍLIA-DF


CARTA AO EXCELENTISSIMO SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, JAIR MESSIAS BOLSONARO – BRASÍLIA-DF

                                                                                                      Manaus, 2 de janeiro de 2019


Senhor Presidente,
Já fomos dizimados, tutelados e vítimas de política integracionista de governos e Estado Nacional Brasileiro, por isso vimos em público afirmar que não aceitamos mais política de integração, política de tutela e não queremos ser dizimados por meios de novas ações de governo e do Estado Nacional Brasileiro. Esse país chamado Brasil nos deve valor impagável senhor presidente, por tudo aquilo que já foi feito contra e com os nossos povos. As terras indígenas têm um papel muito importante para manutenção da riqueza da biodiversidade, purificação do ar, do equilíbrio ambiental e da própria sobrevivência da população brasileira e do mundo.
Não é verdade que os povos indígenas possuem 15% de terras do território nacional. Na verdade são 13%, sendo que a maior parte (90%) fica na Amazônia Legal. Esse percentual é o que restou como direito sobre a terra que antes era 100% indígena antes do ano de 1500 e que nos foi retirado. Não somos nós que temos grande parte do território Brasileiro, mas os grandes latifundiários, ruralistas, agronegócios, etc que possuem mais de 60% do território nacional Brasileiro.
O argumento de “vazio demográfico” nas terras indígenas é velho e falso. Serve apenas para justificar medidas administrativas e legislativas que são prejudiciais aos povos indígenas. As nossas terras nunca são vazios demográficos. Foram os indígenas que ajudaram a proteger as fronteiras brasileiras na Amazônia.
Diferente do que o senhor diz de forma preconceituosa, também não somos manipulados pelas ONGs. As políticas públicas, a ação de governos e do Estado Brasileiro é que são ineficientes, insuficientes e fora da realidade dos povos indígenas e nossas comunidades.
Quem não é indígena não pode sugerir ou ditar regras de como devemos nos comportar ou agir em nosso território e em nosso país. Temos capacidade e autonomia para falar por nós mesmos. Nós temos plena capacidade civil para pensar, discutir os rumos dos povos indígenas segundo nossos direitos, que são garantidos nos artigos 231 e 232 da Constituição Federal, na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e na declaração da ONU sobre os povos indígenas. Nós temos condições de elaborar projetos e iniciativas. Muitos já estão elaborados. É o caso dos planos de gestão de terras indígenas aplicados no estado do Amazonas.
Senhor Presidente, cumpra com suas falas e discursos de campanha de fazer valer a democracia, pois somos brasileiros que merecemos respeito sobre nossos direitos. Não aceitamos a ação ditatorial, pois contradiz com o discurso do senhor Ministro da Casa Civil  Onyx Lorenzoni que defende o diálogo. Afirmamos que estamos organizados com lideranças e povos capazes de diálogo com o presidente, Estado brasileiro e governo, pois já aprendemos falar na Língua Portuguesa, além de nossas línguas nativas de cada povo e línguas de outras nacionalidades.
As mudanças feitas na restruturação e na reorganização administrativa do governo federal através de MP n° 870 do dia 1 de janeiro de 2019 são uma completa desordem e um ataque contra a política indigenista Brasileiro. Além de prejudicial, pretende inviabilizar os direitos indígenas que são constitucionais. O mesmo sobre novo decreto, que tira a competência da Funai de licenciamento que impactam nossos territórios. Essa prática já aconteceu no passado na história Brasileira como uma tentativa agressiva de nos dizimar. Foi um período muito difícil e ineficiente do Estado. Não aceitamos e não concordamos com suas medidas de reforma administrativa para gestão da política indigenista.
Não somos culpados de ter muitas mudanças em nossas vidas e em nossas culturas. Isso é fruto de um processo de colonização violento, que matou muitos povos e extinguiu línguas nativas. Queremos continuar sendo indígenas, com direito a nossa identidade étnica, assim como somos brasileiros. O brasileiro quando sai para outros países e outros continentes   continuam sendo brasileiros. Nós, da mesma forma, e ainda mais quando estamos dentro do Brasil que aprendemos a defender como nossa nacionalidade.
Nosso modo de vida é diferente. Não somos contra quem opta por um modelo econômico ocidental, capitalista. Mas temos nossa forma própria de viver e se organizar nas nossas terras e temos nossa forma de sustentabilidade. Por isso, não aceitamos desenvolvimento e nem um modelo econômico feito de qualquer jeito e excludente, que apenas impacta nossos territórios. Nossa forma de sustentabilidade é para nos manter e garantir o futuro da nossa geração.
Não estamos nos zoológicos, senhor Presidente, estamos nas nossas terras, nossas casas, como senhor e como quaisquer sociedades humanas que estão nas suas casas, cidades, bairros. Somos pessoas, seres humanos, temos sangue como você, nascemos, crescemos, procriamos e depois morremos na nossa terra sagrada, como qualquer ser humano vivente sobre esta terra.
Nossas terras, já comprovado técnica e cientificamente, são garantias de proteção ambiental, sendo preservadas e manejadas pelos povos indígenas, promovendo constantes chuva com qual as plantações e agronegócios da região do sul e sudeste são beneficiadas e sabemos disso.
Portanto, senhor presidente da República Jair Messias Bolsonaro,  considerando a política de diálogo do seu governo na democracia, nós lideranças indígenas, representantes legítimas, estamos prontos para o diálogo, mas também estamos preparados para nos defender.

Carta dos povos Aruak Baniwa e Apurinã
- Marcos Apurinã – Povo Apurinã
Liderança Indígena Apurinã da Federação das Organizações e Comunidades Indígenas do Rio Purus
- Bonifácio Jose´- Povo Baniwa
Liderança Indígena Baniwa do Alto Rio Negro, membro da Organização Baniwa e Koripako NADZOERI- André Baniwa – Povo Baniwa
Liderança Indígena Baniwa do Alto Rio Negro, Terra Indígena Alto Rio Negro, Presidente da Organização Indígena da Bacia do Içana, OIBI

martes, 1 de enero de 2019

Delirium bolsonarensis

Delirium bolsonarensis

Oportunistas de las buenas causas, parásitos de la desgracia humana, acosadores, difamadores, lobbistas, vendedores de proyectos, militantes interesados.

Les va tan bien.

Fascistas, racistas, colaboracionista, homo/lesbo/trans/fóbicos, clasistas patriarcales, blancos, asesinos de afros y de indios.

Les va tan bien.

Aparentes enemigos

Tão bem que eles se dão!


Jorge Idel

martes, 25 de diciembre de 2018

El sentido de la Navidad: las imposiciones sociales y la celebración. Canal 12.

El sentido de la Navidad: las imposiciones sociales y la celebración

Ver en:
                                                                           




Adolf Hoffmeister / 1967/ Poézia/ Lautréamont

domingo, 23 de diciembre de 2018

Revista Matices (Alemania). “Lo que tiene de bueno el cannabis en la Navidad es que la gente no se pelea.” Desde la colonia y dictadura a una navidad globalizada con Cannabis.

Revista Matices (Alemania).

“Lo que tiene de bueno el cannabis en la Navidad es que la gente no se pelea.”
Desde la colonia y dictadura a una navidad globalizada con Cannabis.

Los orígenes de la Navidad, las utopías y las plagas de la Ministra. CX 30, Radio Nacional/ Los dioses deben estar locos.


Los orígenes de la Navidad, las utopías y las plagas de la Ministra.


CX 30, Radio Nacional/ Los dioses deben estar locos.

 http://dioseslocos.org/los-origenes-de-la-navidad-las-utopias-y-las-plagas-de-la-ministra/?fbclid=IwAR0qaB-4AyEscI6iQl9ioLxAUy79h7WGmtb_jNTk8zJ3VbXKKr5m7-1n8ys

Nació por fin el film El País sin Indios.


Nació por fin el film El País sin Indios.

Dirección: Nicolás Soto - Leonardo Rodríguez

Dir. fotografía: Leonardo Rodríguez

Cámara: Nicolás Soto
Sonido: Fernando Serkhochian
Producción: Isabel García
Montaje: Nicolás Soto .



miércoles, 5 de diciembre de 2018

Sobre la muerte.

Sobre evangélicos y política.

domingo, 2 de diciembre de 2018

Vespertinas. Sobre fantasmas y experiencias paranormales. Montecarlo TV.

Sobre género, trabajo y formas de explotación en la contemporaneidad. Tripaliare, TNU.

¿Cuál es nuestra muerte? Con Chabela Ramírez y L. Nicolás Guigou.

¿Cuál es nuestra muerte? Con Chabela Ramírez y L. Nicolás Guigou.

Escuchar en: Radio Pedal




Muerte

Cuanto drama la muerte, si hay billones de muertes, ¿por qué tanto escándalo? ¿cuántas personas habrán muerto?¿cuánta vida estará muriendo ahora? Nos gustaría morir sin miedo, sin tanta complicación, sin pagar tanta plata ¡Qué caro es morirse y que te entierren, que te velen, que te reduzcan!
¿Por qué es tan terrible el olor a podido, o por qué oler a podrido, y no simplemente oler a muerte. ¿Por qué nos cuesta tocar y mirar la muerte?
Si cuando morimos nos meamos, nos cagamos y dejamos de decir tanta boludez humana. Si muero en la carretera no me pongan flores. Nos gustaría que soñar la muerte fuera soñar con flores. Un sueño soñaba anoche. La muerte no es nada, no somos nada. Cuánto peso estar penada por la ley la decisión increíble de morir, ¿por qué tanto? A cajón cerrado a cajón abierto. No queremos un funeral; ¡menos en Martinelli y Salhon! Noooooo. Queremos una experiencia sencilla, cercana, familiar, afectuosa, que deje el drama y los compromisos. Si no querés venir, no vengas.
¿Habrá capitalismo después de la muerte? Así rapidito, después de la muerte no hay nada, pero ¿nada?, existe algo así como “nada”, pero si tenemos que elegir algo, qué difícil, ¿que te gustaría que hubiera después de la muerte?
Por primera vez en nuestro programa, repetimos la invitada. Por varias razones. La más importante, nos gusta mucho encontrarnos y conversar con ella. Chabela Ramírez es cantante compositora, música y activista, desde los 14 años, por los derechos de la comunidad afrouruguaya y el candombe. Participó en diferentes comparsas y grupos. En 1995 fundó el Coro Afrogama, del que es directora y con el que desarrolla una nutrida actividad de promoción de la identidad étnica y de género. Actualmente forma parte de la Casa de la Cultura Afrouruguaya.
Con Chabela hablamos de religión y muerte. Contó cuál es su religión y cuáles son sus particulares formas de vivir la muerte. Hablamos de los rituales, de su relación con la muerte, de ella y de los otros. De los prejuicios y de los miedos que muchos tenemos por desconocer su religión.
Pedro Ferreira es candombe
Mae de santo e hija de santo
Mae que cuida a las madres
Hermanas de santo
Aresum ritual para muerte
Para continuar con la muerte, conversamos con nuestro segundo invitado: L. Nicolás Guigou, Profesor de la Facultad de Información y Comunicación, licenciado en Ciencias Antropológicas (Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación, Universidad de la República, doctor en Antropología social y egresado la Escuela Nacional de Bellas Artes.
Antes de entrar en la muerte, esa que nos pudre, nos convocó a otro tipo de muerte, el capitalismo. Parecería ser que la única manera que tenemos de zafar del capitalismo es morir. Tuvimos que hacer un esfuerzo para dejarlo ir y entregarnos a la la parca que nos convocaba. Con la pregunta disparadora ¿qué es la muerte para vos?, comenzamos una conversación que nos llevó a pensar sobre la relación que podemos encontrar entre los modos de entender la muerte, con los modos de vivir. Hablamos de la muerte en diversas comunidades y en la nuestra, hablamos de los distintos rituales y de la religión sin religión en nuestras épocas. Hicimos el hermoso juego de elegir que queremos que haya después de la muerte, ya que es la única experiencia de la que no tenemos referencias.
Texto y foto: Revolviendo la polenta

miércoles, 24 de octubre de 2018

Hemisferio Izquierdo/nro. 26. 22 de octubre de 2018/


Hemisferio Izquierdo nro. 26. 22 de octubre de 2018. 


La tentación fascista

https://www.hemisferioizquierdo.uy/single-post/2018/10/22/La-tentaci%C3%B3n-fascista?fbclid=IwAR07kQphAi5_2eYgT7Af0GaLvpQK_n-ng1zRjETZK3WyidJ-cENQrUgJmzY


La tentación fascista vuelve al mundo, en buena parte para vengarse de él. El fascismo, en tanto expresión transparente de la cultura tanática del capitalismo del Siglo XXI, tiene por vocación la destrucción.  La escena del fascismo - contemporánea escena final de lo simbólico de carácter agonístico y desesperado-, se asienta en la permanente desimbolización de lo social, en la cosificación simbólica de nuestras sociedades, cuyo último asesinato en esas arenas se expresa  en la desaparición de la figura humana. La misma se vuelve espectral bajo su subsunción a sistemas hiper- abstractos de comunicación, acoplándose (más que ingresando) a un entramado laboral signado por el pos-trabajo de la robotización y la automatización, o bien desdoblándose en su biologicidad mediante la mezcla con otras especies o con máquinas que prometen la eternidad, o al menos una vida larga y vigilada...

Sobre la situación política en la región, en Brasil y en Uruguay. El Tungue Lé, Radio Uruguay/ Oct. 2018.


Sobre la situación política en la región, en Brasil y en Uruguay.
El Tungue Lé, Radio Uruguay/ Oct. 2018.

Escuchar en:


lunes, 15 de octubre de 2018

Conferencia Regímenes estéticos en las ciudades. Seguridad social riesgos y comunicativos. Una perspectiva comparada del Amazonas al Plata.

Conferencia 
Regímenes estéticos en las ciudades. Seguridad social riesgos y comunicativos. Una perspectiva comparada del Amazonas al Plata.


Dr. José Basini (LEPAPIS, Laboratorio de Estudios Pan-amazónicos, prácticas de pesquisa e intervención social, UFAM, Brasil)/


Martes 16 de octubre de 2018, 19 hs, Sala 108/Aulario del Área Social y Artística/UDELAR/Gonzalo Ramírez 1915

Actividad organizada en el marco del Acuerdo de Cooperación Técnica - Científica UFAM (Brasil)/ UDELAR (Uruguay)/
Org.: Núcleo de Antropología de la Contemporaneidad, DCHS, IC, Facultad de Información y Comunicación, Universidad de la República

domingo, 30 de septiembre de 2018

Semana de la Democracia/ 10 al 15 de setiembre de 2018.

Semana de la Democracia/ 10 al 15 de setiembre de 2018.

Organiza: Presidencia de la República, Secretaría de Derechos Humanos.
Mesa: Democracia, laicidad y derechos humanos. 14 de setiembre, Torre Ejecutiva/

-Laicidad relativa a la corporeidad y sexualidad de las mujeres.Cristina Grela




-Producción de conocimiento y libertad de conciencia. Juan Cristina 

- La relación entre lo religioso y lo público. L Nicolás Guigou


- Laicidad y educación. Laura Motta


Comentaristas: Susana Monreal, Stefanie Kreher, Nelson Villareal.












martes, 18 de septiembre de 2018

Diálogos sobre investigación con Jorge Soto/Situación sinóptica/Estado actual de la investigación sobre artes visuales. Día de la Investigación/ 2017/ Centro de Exposiciones Subte/





Diálogos sobre investigación con Jorge Soto  Parte 1. 

Situación sinóptica. 

Estado actual de la investigación sobre artes visuales. Día de la Investigación/ 2017/ Centro de Exposiciones Subte.







Diálogos sobre investigación con Jorge Soto Parte 2.



Situación sinóptica. Estado actual de la investigación sobre artes visuales. Día de la Investigación/ 2017/ Centro de Exposiciones Subte.





jueves, 6 de septiembre de 2018

jueves, 30 de agosto de 2018

Hemisferio Izquierdo nro. 24. Derecho a la ciudad. 28 agosto de 2018 La ciudad delirante.


Hemisferio Izquierdo nro. 24. Derecho a la ciudad. 
28 agosto de 2018
La ciudad delirante.

L. Nicolás Guigou



En esa ciudad vivían mujeres y hombres improbables, con rostros desdibujados. Se decía que portaban una tristeza infinita, un puñado de ideas – siempre las mismas-  y un                                                                      aburrimiento atroz.


Idel, Jorge. Notas sobre una ciudad nublada, 2009.


Las ciudades y el tejido urbano contemporáneo han logrado por fin arrebatar a la especie humana de cualquier entorno capaz de recordarles un mundo anterior al asfalto. Por primera vez en su corta historia, la humanidad  vive mayoritariamente en ciudades o bien en espacios de significación (nuevas ruralidades) habitadas por tecnologías y flujos comunicacionales citadinos. Ya no hay más lugar en el planeta que para la ciudad, para su lenguaje excesivo e hiperbólico... 

https://www.hemisferioizquierdo.uy/single-post/2018/08/28/La-ciudad-delirante

miércoles, 22 de agosto de 2018

Hace unos años atrás/ Detrás del mito. Dir: Marcelo Rabuñal. El rostro “oficial” de Artigas es, como se sabe, una invención: Blanes lo pintó ante la puerta de la Ciudadela, donde nunca estuvo como Jefe de los Orientales. Este documental cuenta la historia de cómo fue la creación mítica de Blanes, y acompaña además la reconstrucción actual mediante técnicas forenses, desentrañando un apasionante proceso de recuperación de la historia.


Detrás del mito. Dir: Marcelo Rabuñal.

Hace unos años atrás...


El rostro “oficial” de Artigas es, como se sabe, una invención: Blanes lo pintó ante la puerta de la Ciudadela, donde nunca estuvo como Jefe de los Orientales. Este documental cuenta la historia de cómo fue la creación mítica de Blanes, y acompaña además la reconstrucción actual mediante técnicas forenses, desentrañando un apasionante proceso de recuperación de la historia.

Detrás del mito. Dir: Marcelo Rabuñal.
Detrás del mito. Largometraje documental. Dir: Marcelo Rabuñal.


Largometraje documental
DETRÁS DEL MITO

Dir: Marcelo Rabuñal.
Uruguay 2015 - 68 min.

Con Stephen Mancusi, Laura Malosetti, Nelson Caula, Carlos Demasi, Alicia Haber, L. Nicolás Guigou...

El rostro “oficial” de Artigas es, como se sabe, una invención: Blanes lo pintó ante la puerta de la Ciudadela, donde nunca estuvo como Jefe de los Orientales. Este documental cuenta la historia de cómo fue la creación mítica de Blanes, y acompaña además la reconstrucción actual mediante técnicas forenses, desentrañando un apasionante proceso de recuperación de la historia.

Ganador del Fondo a Producción del ICAU 2013 y del Fondo a Finalización MVD Finaliza 2014.


http://mrcine.com/

EXHIBICIONES EN EL URUGUAY.

Exhibido en el 18º Festival Internacional de Cine de Punta del Este (Punta del Este, Maldonado, Uruguay). 7 al 15 de marzo de 2015.

Exhibido en el 33 Festival Cinematográfico Internacional del Uruguay.10.04.2015, 18.00 hs. Sala 2, Lorenzo Carnelli 1311, Cinemateca Uruguay.


Mes de la Afrodescendencia/ III Jornada Académica sobre Afrodescendencia, Educación y Equidad Racial - Centro Cultural España, Montevideo, agosto de 2018.




Mes de la Afrodescendencia/  III Jornada Académica sobre Afrodescendencia, Educación y Equidad Racial - Centro Cultural España, Montevideo, agosto de 2018.

Registro fílmico: Jorge Bustamante




Presentación de la investigación "Impacto de la discriminación sobre la población afrodescendiente UDELAR-OPP." Convenio UDELAR/OPP/ L. Nicolás Guigou (Núcleo de Antropología de la Contemporaneidad/FIC/UDELAR-PIAVIC/FHCE/UDELAR), Eliana Lotti (PIAVIC, FHCE, UDELAR), Orlando Rivero (OPP).